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Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

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Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por Jack em Qua Jan 05 2011, 19:44

10. PEQUENO ALBERT



Em 1920 o psicólogo John Watson, pai do behaviorismo (apesar disso muitos de suas idéias hoje são deixadas de lado pela psicologia comportamental), costumava usar órfãos em seus experimentos. Ele queria testar a idéia da origem do medo: se era inato ou aprendido como uma resposta condicionada. O apelido do bebê de nove meses que John escolheu em um hospital era Pequeno Albert que era exposto a um coelho branco, um rato branco, um macaco, máscaras com e sem pêlos, novelos de algodão, jornal em chamas e uma miscelânea de outras coisas por dois meses sem qualquer tipo de condicionamento.
O experimento começou quando Albert foi colocado em um colchão no meio do quarto. Um rato branco de laboratório era colocado próximo a ele e o bebê brincava com o animal. Neste ponto a criança não demonstrou qualquer medo do bicho.
Então John fazia um barulho alto por detrás de Albert ao bater em uma barra de aço com um martelo quando o bebê tocava o rato. Nestas ocasiões Albert chorava e mostrava medo quando ouvia o som. Depois disso haver sido repetido diversas vezes, Albert ficava muito nervoso quando o rato era mostrado. Albert havia associado o rato branco com o barulho alto e isso produzia a resposta emocional do medo.
O bebê passou a generalizar sua resposta de medo a qualquer coisa fofa ou branca (ou ambos). O fato mais infeliz deste experimento dói que o Pequeno Albert não teve o seu medo tratado. Ele foi levado do hospital antes que John pudesse fazê-lo.

9. EXPERIMENTO DE EXPRESSÕES FACIAIS DE LANDI



Carney Landis (foto), em 1929, um psicólogo graduado pela Universidade de Minnesota, nos EUA, desenvolveu um experimento para determinar se diferentes emoções criavam expressões faciais específicas. O propósito era descobrir se todas as pessoas têm expressões faciais comuns quando sentem emoções de nojo, choque, alegria, etc.
A maior parte dos participantes eram estudantes que recebiam uma pintura de linhas pretas nos seus rostos para que fossem observados os movimentos dos músculos faciais. Em seguida eles eram expostos a uma variedade de estímulos que tinham o objetivo de gerar fortes reações. Cada reação era fotografada.
Então faziam com que os estudantes cheirassem amônia, olhassem pornografia e colocassem as mãos em um balde cheio de sapos. Mas a controvérsia do estudo vinha da última parte dos testes.
Um rato vivo era dado para os participantes que recebiam instruções de como decapitarem o animal. Apesar de todos os participantes repelirem a idéia um terço deles obedecia. A situação ficava muito pior pelo fato de que a maioria dos estudantes não ter idéia de como realizar a operação de maneira humanizada e os animais sofriam muito. Para os dois terços que se recusaram em realizar o procedimento, Carney pegou a faca e cortou fora as cabeças dos animais no mesmo instante.
As conseqüências do estudo foram mais importantes para a evidência de que as pessoas estão dispostas a fazer quase qualquer coisa quando colocadas em uma situação como essa. O estudo não provou que os humanos possuem um padrão de expressões faciais.

8. TESTES DE DROGAS COM MACACOS

Apesar de experimentos com animais serem essenciais para o desenvolvimento de tecnologias ligadas à saúde do ser humano e salvar vidas, houve experimentos que ultrapassaram os limites da ética. Os testes com drogas de 1969 foi um destes casos. Neste experimento um grande grupo de macacos e ratos foram treinados para injetar em si mesmos uma variedade de drogas que incluíam morfina, álcool, codeína, cocaína e anfetaminas. Assim que os animais aprendiam a se auto-injetar eles eram deixados com seus próprios dispositivos com grandes suprimentos de cada droga.
Os animais ficaram tão perturbamos (como se pode esperar) que alguns tentaram escapar com tanto fervor que quebravam seus braços no processo. Os macacos que tomavam cocaína sofreram convulsões e em alguns casos arrancavam os próprios dedos como possível conseqüência de alucinações. Um macaco que tomava anfetaminas arrancou todo o pêlo de seus braços e abdômen. Os que tomavam cocaína e morfina de maneira combinada morriam em duas semanas.
O propósito do experimento era simplesmente entender os efeitos do vício e uso de drogas, um objetivo para o qual a maioria das pessoas racionais e éticas entende que não seria necessário causar tanto sofrimento em animais.

7. EXPERIMENTO DA PRISÃO DE STANFORD



Este estudo não foi necessariamente antiético, mas seus resultados foram desastrosos e a sua deturpação o fez merecer lugar nesta lista. O famoso psicólogo Philip Zimbardo coordenou este experimento para examinar o comportamento de indivíduos que são colocados em posição de prisioneiros ou guardas e as normas que se esperava que estes indivíduos exibissem.
Os prisioneiros eram colocados em uma situação para que fosse causada sua desorientação, degradação e despersonalização. Não foram dadas instruções ou treinamento específicos para os guardas realizarem seus papéis. Inicialmente os estudantes não estavam certos de como representar seus papéis no primeiro dia, mas não houve distúrbios. No segundo dia do experimento os prisioneiros foram convidados a fazerem uma rebelião, o que levou a uma severa resposta dos guardas. Deste momento em diante as coisas começaram a desandar.
Os guardas implementaram um sistema de privilégios para acabar com a solidariedade entre os prisioneiros e causar desconfiança entre eles. Os guardas se tornaram paranóicos a respeito dos prisioneiros, acreditando que eles os estavam perseguindo. Isso tornou o sistema de privilégios muito restrito controlando até as funções fisiológicas dos prisioneiros que começaram a exibir distúrbios emocionais, depressão e desamparo condicionado.
Neste ponto os prisioneiros foram apresentados a um capelão. Eles se identificavam por seus números ao invés de seus nomes e quando eram questionados sobre como planejavam sair da prisão se mostravam confusos. Eles haviam sido assimilados completamente por seus papéis.
O Dr. Philip encerrou o experimento depois de cinco dias, quando percebeu quão real a prisão havia se tornado para os voluntários. Apesar da curtíssima duração do experimento, os resultados são esclarecedores. Quão rapidamente alguém pode abusar do seu controle quando colocado nas circunstâncias corretas. O escândalo de Abu Ghraib, que chocou o mundo em 2004, é um exemplo das descobertas de Phillip.

Existe um filme chamado "A Experiência" que dramatiza uma situação bem parecida com essa.

6. PROJETO AVERSÃO

O exército do apartheid da África do Sul forçou homossexuais homens e mulheres a realizarem operações de ‘mudança de sexo’ entre as décadas de 1970 e 1980 e os submeteu à castração química, eletrochoques e experimentos médicos antiéticos. Apesar de o número exato ser desconhecido alguns cirurgiões da época estimam que foram feitas 900 operações em um programa ultra-secreto para eliminar a homossexualidade do serviço.
Psiquiatras do exército, com a ajuda de capelões, expulsavam violentamente suspeitos de homossexualismo das forças armadas, enviando-os discretamente para unidades psiquiátricas militares. Aqueles que não podiam ser “curados” com medicamentos, terapia de aversão com choques, tratamento hormonal e outros meios “psiquiátricos” radicais foram castrados quimicamente ou receberam cirurgias de mudança de sexo. A maioria das vítimas tinha entre 16 e 24 anos de idade.
O Dr. Aubrey Levin (imagem), que encabeçou o estudo, é hoje professor clínico do departamento de psiquiatria da Divisão Forense da Universidade Calgary. Ele também mantém um consultório particular e é prestigiado junto da ordem de médicos e cirurgiões de Alberta.

Quem quiser ter um exemplo de terapia por aversão, eu recomendo o clássico "Laranja Mecânica".

5. ESTUDO MONSTRUOSO



Em 1939, 22 crianças órfãs foram submetidas a experimentos por Wendell Johnson, da Universidade do Iowa, EUA. Ele escolheu Mary Tudor, sua estudante de graduação, para conduzir os experimentos e apenas supervisionou a pesquisa.
Depois de separar as crianças em grupos um grupo experimental e outro de controle, Mary falou para um grupo de crianças sobre a boa fluência de suas maneiras de falar as elogiando, isso é chamado de terapia da fala positiva, em tradução literal. Em seguida ela fez o oposto com as outras crianças, depreciando-as por cada imperfeição da sua fala e dizendo que elas eram gagas.
Muitas das crianças que receberam o tratamento negativo no experimento sofreram de efeitos psicológicos negativos e outras tiveram problemas de fala durante toda a vida.
Apelidado de “Estudo Monstruoso” por alguns dos colegas de Wendell, que ficaram horrorizados com o fato de que ele havia feito experimentos em crianças para provar uma teoria. O experimento foi ocultado por medo de que ferisse a reputação de Wendell se fosse ligado aos experimentos realizados em humanos durante a Segunda Guerra Mundial. A Universidade de Iowa se desculpou publicamente pelo estudo em 2001.

4. DAVID REIMER



Em 1965 um menino nasceu no Canadá com o nome de David Reimer. Com oito meses de idade ele recebeu um procedimento comum, uma circuncisão. Infelizmente, durante o processo o seu pênis foi severamente queimado por casa do cauterizador que foi utilizado no lugar de um bisturi. Quando seus pais visitaram o psicólogo John Money, ele sugeriu uma solução simples para um problema complicado: uma mudança de sexo. Seus pais estavam perturbados pela situação, mas finalmente concordaram com o procedimento. Eles não sabiam que a intenção verdadeira do terapeuta era provar que a criação e não a natureza determinava a identidade sexual. Para o seu próprio ganho pessoal ele decidiu usar David como o seu estudo de caso privado.
David, agora com o nome Brenda, teve uma vagina construída e recebia suplementos hormonais. John disse que seu experimento foi um sucesso, ignorando os efeitos negativos da cirurgia de Brenda. Ela agia como um menino e tinha sentimentos confusos e conflitantes sobre uma série de tópicos. O pior é que seus pais não o informaram do acidente de infância. Isso causou um tremor na família. A mãe de Brenda era suicida, o pai alcoólatra e seu irmão era extremamente depressivo.
Finalmente os pais de Brenda contaram sobre seu verdadeiro sexo quando ela tinha 14 anos de idade. Ela decidiu então tornar-se David novamente e parou de tomar estrogênio, e fez uma reconstrução peniana. John não reportou outro resultado insistindo que seu experimento havia sido um sucesso, deixando de fora muitos fatos sobre a luta de David sobre sua identidade sexual. Em 2004, então com 38 anos, David tirou a própria vida.

3. O POÇO DO DESESPERO



Em 1960 o Dr. Harry Harlow (foto) ficou conhecido pelos seus estudos sobre isolamento social com macaco-rhesus. Ele pegou filhotes de macaco que já tinham se conectado com suas mães e os colocou em gaiolas de aço sem contato para quebrar este laço materno. Eles ficavam nas gaiolas durante até um ano.
Muitos destes macacos saíam das gaiolas psicóticos e vários não conseguiram se recuperar. O Dr. Harry concluiu que mesmo a infância mais feliz e normal não era defesa contra a depressão. A escritora de ciência Deborah Blum disse que estes eram “resultados do bom senso”.
Um dos estudantes de doutorado de Harry disse que os movimentos de liberação de animais nos EUA surgiram como resultado destes experimentos. Outro estudante disse que ele “manteve isso em andamento mesmo quando estava claro para muitas pessoas que o trabalho estava realmente violando sensibilidades comuns, que qualquer pessoa com respeito pela vida acharia isso ofensivo. Foi como se ele se sentasse e falasse ‘Eu estarei aqui por mais dez anos. O que eu quero fazer é deixar uma grande bagunça para trás’. Se este era o seu objetivo, ele fez um excelente trabalho”.

2. O ESTUDO DE MILGRAM



Em 1974 Stanley Milgram, um psicólogo da Universidade de Yale nos EUA, realizou um notório estudo para testar a obediência à autoridade. Ele criou um experimento com “professsores” que eram os participantes reais, e um “aprendiz”, que era um ator contratado. Disseram tanto ao professor quanto para o aprendiz que o estudo seria sobre memória e aprendizado.
Tanto o professor quanto o aprendiz eram separados de maneira que poderiam ouvir um ao outro, mas não conseguiam se enxergar mutuamente. O professor lia uma pergunta e quatro possíveis respostas para a pergunta. Se o aprendiz não acertasse a resposta o professor deveria apertar um botão para administrar um choque com voltagem que aumentava a cada erro. Se ele acertasse não haveria choque e o professor avançaria para a nova pergunta.
Na realidade o ator não estava recebendo nenhum choque. Uma fita com gritos gravados tocava automaticamente assim que o professor administrava o “choque”. Quando os choques passavam para voltagens maiores o ator batia na parede e pedia para o professor parar. Finalmente todos os gritos e pancadas paravam e o silêncio era instaurado. Essa era o ponto em que muitos “professores” exibiam extrema aflição e pediam para parar o experimento. Alguns questionavam continuar, mas eram encorajados a prosseguir com o experimento e ouviam que não seriam responsabilizados pelos resultados.
A cada vez que o voluntário indicasse desejo de parar o experimento, um dos responsáveis pelo estudo dizia “Por favor, continue. O experimento requer que você continue. É absolutamente essencial que você continue. Você não tem escolha, deve continuar.” Se depois de todas as quatro ordens o professor ainda quisesse parar o experimento, ele finalmente acabava. Apenas 14 dos 40 “professores” pararam o experimento antes de administrar “choques” de 450 volts. Apesar de todos os voluntaries questionarem o experimento, nenhum deles recusou-se firmemente a parar com os choques antes dos 300 volts.
Em 1981, Tom Peters e Robert H. Waterman Jr. escreveu que o Experimento de Milgram e o Experimento da Prisão de Stanford eram assustadores em suas implicações sobre os riscos de espreitar no lado negro na natureza humana.

1. DESAMPARO APRENDIDO

Em 1965 os psicólogos Mark Seligman e Steve Maier conduziram um experimento no qual três grupos de cães foram colocados em pares. Os cães do primeiro grupo foram soltos depois de um certo tempo, sem danos. Os cachorros do segundo grupo foram colocados em pares usando a mesma guia e apenas um de cada par recebia choques elétricos que se encerravam quando um pedal era acionado. Os cães do terceiro grupo também foram unidos em pares, um recebia choques, mas os choques não paravam quando o pedal era pressionado. Os choques ocorriam aleatoriamente e pareciam ser inevitáveis o que causou um “desamparo aprendido”, pois os cães assumiram que nada poderia ser feito sobre os choques. Os cães do grupo três passaram a mostrar sintomas de depressão clínica.
Tempos depois cada cachorro do terceiro grupo foi colocado em uma caixa sozinho. Eles passaram novamente a receber choques elétricos que poderiam facilmente evitar se saltassem da caixa. Os cães simplesmente haviam “desistido”, novamente exibindo o desamparo aprendido.
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Claro existiram experimentos piores...mas esses foram os que foram divulgados...

Hoje existem regras éticas rigorosas encima das experiências. Quem frequenta um curso na área de ciência biológicas e humanas que tenha ênfase em pesquisa sabe, que nenhuma pesquisa que envolva humanos, ou animais, pode começar sem uma rigososa análise de uma conselho de ética, formado por profissionais experiêntes que irão analisar os riscos e os danos que a mesma poderá causar no indivíduos de pesquisa, e se as contribuições para a ciência, valem esse riscos e danos.

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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por Tosta em Qua Jan 05 2011, 22:52

Eu já tinha visto esse tópico no falecido projeto Fim de Papo Jack e é sim um bom tópico para ser criado...

TESTES DE DROGAS COM MACACOS
Os animais ficaram tão perturbamos (como se pode esperar) que alguns tentaram escapar com tanto fervor que quebravam seus braços no processo.Os macacos que tomavam cocaína sofreram convulsões e em alguns casos arrancavam os próprios dedos como possível conseqüência de alucinações. Um macaco que tomava anfetaminas arrancou todo o pêlo de seus braços e abdômen. Os que tomavam cocaína e morfina de maneira combinada morriam em duas semanas.

Esse teste só podia dar em dois resultados...
ou

7. EXPERIMENTO DA PRISÃO DE STANFORD
Não foram dadas instruções ou treinamento específicos para os guardas realizarem seus papéis. Inicialmente os estudantes não estavam certos de como representar seus papéis no primeiro dia, mas não houve distúrbios.
No segundo dia do experimento os prisioneiros foram convidados a fazerem uma rebelião, o que levou a uma severa resposta dos guardas. Deste momento em diante as coisas começaram a desandar.

Lembro de algo parecido a pouco tempo atras... E olha que esses tinham o treinamento adequado...


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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por Jack em Qui Jan 06 2011, 17:18

Lembro de algo parecido a pouco tempo atras... E olha que esses tinham o treinamento adequado...

"Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder." Abraham Lincoln

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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por Rogermalatiko em Qui Jan 06 2011, 18:47

"Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder." Abraham Lincoln

Isso sem duvida é verdade mas tambem esta sendo alterado por um simples detalhe, hoje em dia nao esta precisando poder Jack basta uma arma, qualquer coisa que sirva de motivo e pronto, uma nova experencia esta formada :017:
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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por ChronoX em Sab Jan 08 2011, 12:35

Mas hoje em dia ninguém tem capacidade de ter poder. O poder hoje é uma droga e vicia e você só quer ter mais e as pessoas fazem tudo para adquiri-la até essas coisas.
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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por Lara em Dom Jan 09 2011, 13:54

Apesar de poder imaginar até onde vai a crueldade humana, ainda fiquei chocada com esses experimentos... Nossa... :011:

Me lembrei de umas coisas que vi ha algum tempo atrás. Dêem uma olhada:

A FARRA DO BOI
A Farra do Boi originou-se a Ilha dos Açores e acontece principalmente na época da Quaresma em Santa Catarina.
Alguns alegam que é "tradição", mas não passa de uma das mais cruéis praticas contra os animais onde muitas pessoas perseguem um boi e o torturam até a morte.
Todos os anos centenas de bois são torturados e mortos em mais de trinta comunidades de Santa Catarina. Além de ocorrer com mais freqüência na época da Páscoa, algumas comunidades celebram casamentos, aniversários, jogos de futebol e outras ocasiões especiais praticando o evento monstruoso.
Empresários, criadores de gado, cidadãos, donos de restaurantes, donos de hotéis e políticos, são os que doam os bois para a "festa". Antes do evento o boi é confinado sem alimento por vários dias. Para aumentar o desespero do animal, comida e água são colocados num local onde o boi possa ver, mas não possa alcançar. A Farra do Boi está proibida pela Justiça, mas até o ano passado o próprio governo de Santa Catarina não se preocupava em coibir o costume.


RODEIO
Durante os rodeios se praticam atos intencionalmente cruéis e violentos contra os animais. Os animais têm seus rabos "torcidos"; são dados choques nas partes sensíveis; tem os testículos machucadas; pedras, anzóis, pregos e alfinetes são colocados sob a sela; As esporas pontiagudas provocam lesões nos olhos do bicho. Tudo isso para parecer que touros, cavalos e bezerros são selvagens, enquanto o "peão" é considerado herói.
Laçar os bezerros e lutar contra o gado são os atos que causam a maioria dos machucados nos animais. Quando o peão laça os bezerros que estavam em disparada corrida, freqüentemente os mesmos são levantados do solo bruscamente o que causa machucados e fraturas.
Muitos bois sofrem ruptura da medula espinhal e morrem durante a prova. Outros ficam com lesões dolorosas ou paralíticos. Quando têm órgãos internos rompidos, morrem de maneira lenta e dolorosa.
E depois de sofrerem diversos tipos de abusos, os animais são enviados a matadouros, golpeados e massacrados.


ANIMAIS EM PESQUISA
Todos os dias, milhares de animais são torturados e mortos em indústrias, laboratórios e centros de ensino e pesquisa. Os animais são forçados a ingerir e inalar produtos químicos; São arremessados contra paredes; Têm suas arcadas dentárias extraídas; São submetidos à radiação química; Tem a pele removida (sofrendo em carne viva) para aplicação de produtos; São expostos a gases tóxicos e às vezes dissecados ainda vivos.

Médicos atestam que os testes feito em animais nunca trouxeram benefício ao tratamento de algum paciente envenenado. Empresas que descontinuaram seus testes em animais incluem Avon, Dial, Estee Lauder, Gillette e Revlon. Outras continuam a praticar testes inúteis (os resultados dificilmente se aplicam a seres humanos) como o Teste Draize de Irritação dos Olhos, Teste da Dose Letal (substâncias são aplicadas no aparelho digestivo do animal até que uma certa porcentagem morra), e o Teste de Irritação Dermal (substâncias aplicadas à pele tosada do animal).
Ratos, coelhos, primatas, cães, gatos, porcos, camundongos e porquinhos-da-índia são as vítimas mais comuns. Na verdade as empresas fazem estes testes (atrocidades) e manipulam os resultados como quiserem em seu benefício.





ANIMAIS EM CIRCOS
Os animais vivem acorrentados em pequena jaulas, as vezes sujas, as vezes privados de água e comida para se tornarem mais mansos.
Alguns tem garras arrancadas, dentes quebrados e as vezes até a língua é cortada. Muitas vezes são machucados com barras de ferro ou madeira e há casos em que são queimados com ferro em brasa.
Domadores costumam deixar animais dias sem comer, como punição ou como uma técnica para que assimilem bem o ensaio para o show, quando então recebem algum alimento como recompensa quando acertam o número.


FOIE GRAS
Por ano são mortos cerca de 10 milhões de gansos e patos, usados na fabricação do patê de fígado, conhecido como patê de "Foie Gras".
As aves são mantidas, por toda a sua curta vida, em confinamento permanente dentro de gaiolas mínimas, o que as impede de fazer qualquer movimento.
Alimentadas de 3 a 5 vezes ao dia de maneira cruel: são seguradas pelo pescoço, têm seus bicos abertos, onde é introduzido um cano metálico de 20 a 30 cm de comprimento, que chega até o estômago do animal. Uma alavanca então é acionada e bombeia, de uma vez, através desse cano, uma mistura de milho, gordura e sal. Essa alimentação gordurosa e forçada faz o fígado do animal se dilatar exageradamente, causando uma verdadeira tortura sistêmica no corpo do animal.

Após a alimentação, um anel elástico é apertado no pescoço da ave para impedir que regurgite. Após 1 mês de tortura e alimentação pelo cano metálico, o animal é morto e seu fígado, retirado para produzir o patê.

CÃES E GATOS
Corweanos e chineses creditam, entre outros absurdos, que o animal abatido com requintes de tortura, proporciona uma carne afrodisíaca, com poder de cura. Gatos são abatidos vivos e queimados com maçarico. Cachorros são espancados até à morte.


VIVISSECÇÃO
A vivissecção, assim como os testes em animais, é outra face cruel a qual os animais são submetidos. Cursos de graduação como medicina e veterinária, utilizam de animais para fazerem experiências e treinamento de cirurgias.
Alguns animais recebem substâncias que provocam anomalias no organismo a fim de os estudantes saberem seu efeito no organismo.
Os animais são as vezes dissecados e operados ainda vivos e sem anestesia, evidenciando toda a crueldade humana.

Existem muitas outras atrocidades ainda encobertas e que não chegam aos nossos olhos e ouvidos. "Pena os matadouros não terem paredes de vidro".
Não citei aqui o abate de animais para consumo, pois o assunto é muito polêmico, mas quem se interessar no conteúdo completo e em saber outros casos como os citados acima, o site é http://www.veganos.org.br/pelos_animais.htm

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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por mill house em Qua Jan 12 2011, 18:08

caraca.....
fiquei pasmo ao ver astas coisas....
...depois esses babacas que fazem isto tem a coragem de dizer que isto é para o progresso da naçao!!!
aff
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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

Mensagem por Rogermalatiko em Qua Jan 12 2011, 18:44

Poxa vida e como é possivel dizerem que fazem isso para o bem por experiencias uteis para a humanidade e coisas do tipo.
O fato de fazerem com animais para mim nao tiram o fato que sao uns terroristas pois o pobres animais sao seres viventes
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Re: Os 10 experimentos psicológicos mais antiéticos

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